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R – 19. Embora completa, poucos são os textos de valor nesta coletânea: Impressões de Leitura, de Lima Barreto
Estamos diante de uma coletânea de textos curtos (o maior tem dezesseis páginas, a maioria não passa das quatro), e bastante completa. É claro que umas boas notas de rodapé, dando a referência bibliográfica completa (e a sinopse, imaginem!) dos livros comentados por Lima Barreto, teriam sido contribuição notável da organizadora — muito mais relevante … Continue lendo R – 19. Embora completa, poucos são os textos de valor nesta coletânea: Impressões de Leitura, de Lima Barreto
NMA – Lista de autores recomendáveis, segundo Napoleão Mendes de Almeida
Gramática Metódica da Língua Portuguesa, §911 (Conclusão do Capítulo LX - Período) A clareza e a elegância do período dependem da boa colocação das orações que o formam. O espírito disciplinado e o traquejo literário na leitura dos bons autores dispensam as regras, aliás pouco seguras, que se possam dar[1] sobre o assunto. Crendo oportuna … Continue lendo NMA – Lista de autores recomendáveis, segundo Napoleão Mendes de Almeida
R – 18. Se enxugasse o livro, Peterson realçaria mais suas boas idéias: 12 Regras para a Vida, de Jordan B. Peterson
🧠 1. O LIVRO ་ Ao livro “12 Regras para a Vida: Um Antídoto para o Caos” parece aplicar-se o que o próprio autor, na sua Regra 1, chama de “Lei de Price”: toda a produção criativa se submete a uma distribuição desigual em popularidade ou retorno financeiro, de tal modo que 5% ou menos da … Continue lendo R – 18. Se enxugasse o livro, Peterson realçaria mais suas boas idéias: 12 Regras para a Vida, de Jordan B. Peterson
P – 3. O computador não nos poupará de aprender gramática?
Não é preciso ter muita experiência com processadores de texto para ter visto ao menos um caso em que o corretor ortográfico do computador considerou errada uma palavra correta. Com mais tempo de trabalho, logo descobrimos que a falha oposta também ocorre: o computador às vezes não acusa construções escandalosamente equivocadas. Isso, porém, é hoje. … Continue lendo P – 3. O computador não nos poupará de aprender gramática?
R – 17. Não contém a íntegra dos livros!: Páginas Recolhidas / Relíquias de Casa Velha, de Machado de Assis
Vejam o que diz a descrição do livro: «« Machado de Assis, no seu apogeu como contista, reúne nestes dois títulos aqui publicados juntos, algumas de suas obras-primas no gênero, como "Missa do galo", "O caso da vara" e "Marcha fúnebre". São 17 contos, nos quais o leitor encontrará o escritor no pleno domínio da … Continue lendo R – 17. Não contém a íntegra dos livros!: Páginas Recolhidas / Relíquias de Casa Velha, de Machado de Assis
P – 2. Sobre literatura, gramática e escrita
— I — Como aprendo a escrever melhor? Você não vai aprender a escrever em uma gramática, mas você precisa ler mais de uma gramática; você não vai aprender em um manual, mas você deve ler mais de um manual. A fonte do aprendizado de redação são os grandes escritores da língua. A leitura, contudo, … Continue lendo P – 2. Sobre literatura, gramática e escrita
13. Otimize a organização de seus arquivos eletrônicos
O acúmulo de arquivos, em memória “dura” ou na nuvem, é consequência inevitável do trabalho assíduo com o computador, mas só se torna um problema quando nosso acervo é de tal modo desorganizado que não podemos mais encontrar o que procuramos. Não é raro surgirem ilhas de invisibilidade dentro da intricada rede de unidades, pastas, … Continue lendo 13. Otimize a organização de seus arquivos eletrônicos
R – 16. Vale a pena, se intercalado com obras mais completas: Gradus Primus, de Paulo Rónai
O começo deste opúsculo intriga mais que aquele misterioso cadáver desfigurado com a palavra "RACHE" escrita em vermelho na parede: o autor diz no prefácio, com todas as letras, que o livro trata da matéria ensinada (atenção) "no primeiro ano". O leitor não sabe o que pense. Não importa se "primus" é o primeiro ano … Continue lendo R – 16. Vale a pena, se intercalado com obras mais completas: Gradus Primus, de Paulo Rónai
R – 15. A idéia é boa o bastante para criar um grande clássico, porém a execução é insatisfatória: O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde
Considerável desafio é tecer críticas a uma obra por muitos considerada “um clássico”, mas não vejo como esquivar-me do problema no caso de “O Retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde. ****** O esqueleto da narrativa muitos já conhecem: Dorian Gray é um jovem aristocrata muito bonito, de quem é pintado um retrato cuja propriedade … Continue lendo R – 15. A idéia é boa o bastante para criar um grande clássico, porém a execução é insatisfatória: O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde
R – 14. Gostei do romance, mas a tradução e a revisão do texto têm vários problemas: Diário de um Pároco de Aldeia, de Georges Bernanos
Incapaz de produzir com competência uma apreciação literária, restringir-me-ei nesta avaliação a alguns apontamentos esparsos sobre o livro, com críticas significativas à tradução e à revisão do texto. ⛪ 1) A edição é bastante aprazível. Temos uma capa bonita e simples, com textura agradável às mãos; o livro é de tamanho bom (14x21cm) e tem … Continue lendo R – 14. Gostei do romance, mas a tradução e a revisão do texto têm vários problemas: Diário de um Pároco de Aldeia, de Georges Bernanos
12. Mantenha um diário
12.1. Três benefícios do diário Todo aquele que dá conselhos a escritores acaba sugerindo o seguinte: escreva todos os dias algumas páginas, mesmo que não sinta vontade de escrever. Alguns sugerem para isso a manutenção de um diário — dê uma olhada neste vídeo do Rodrigo Gurgel e neste livro de Jean Guitton. Trataremos aqui … Continue lendo 12. Mantenha um diário
P – 1. “Queísmo” e… “seísmo”? Um caso de abuso do pronome “se”
Que têm em comum, se é que têm, o “que” e o “se”? Uma resposta gramatical direta: são as duas conjunções integrantes[1] da língua portuguesa. É verdade. Ainda na gramática pode-se dizer: ambas admitem diversas classificações taxeonômicas e podem exercer muitas funções na oração[2]. Também correto. O “que” pode ser[3] pronome relativo, pronome interrogativo, conjunção … Continue lendo P – 1. “Queísmo” e… “seísmo”? Um caso de abuso do pronome “se”
R – 13. Deve haver um movimento moral: Um Esboço da Sanidade, de G. K. Chesterton
"Eu postulo que deve haver um movimento moral" ["I do most positively postulate that there must be a moral movement"] G.K. CHESTERTON OBSERVAÇÃO: Aproveito a mesma avaliação para comentar duas edições: em português, lançada pela editora Ecclesiae, e em inglês, para Kindle (≈R$ 2 — edições "Delphi", que também vendem as obras completas de Chesterton … Continue lendo R – 13. Deve haver um movimento moral: Um Esboço da Sanidade, de G. K. Chesterton
11. Originais difíceis: Shakespeare
Se nenhuma tradução é perfeita, perfeito também não será nosso domínio da língua estrangeira a ponto de facultar-nos a apreensão de todas as sutilezas do original. Só podíamos nascer num lugar e falar uma língua materna. Vieira e Camões são presentes que recebemos — outras crianças receberam Dante, outras Cervantes, outras Dickens. Quando pensamos em … Continue lendo 11. Originais difíceis: Shakespeare














