Concentrando-se na análise de um trecho de Machado de Assis, o artigo discute a importância da repetição estratégica de palavras na escrita, sugerindo que, ao ler com um lápis de cor, é possível identificar e entender melhor como essa técnica contribui para expressar ideias e emoções. A repetição, longe de ser sempre um erro, pode ser transformada numa ferramenta estilística essencial, que aprimora a narrativa e a argumentação.
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Ilhas dos mares arábigos (por Álvaro Cunqueiro)
Trecho em língua galego-portuguesa (na grafia reintegracionista moderna), conforme transcrito no livro Método Prático de Língua Galego-Portuguesa, do professor José-Martinho Montero Santalha (p.180) Ilhas dos mares arábigos (Álvaro Cunqueiro) Gutor, Babarom e Taprobana som três ilhas que nom hai, e estám entre Bengala e ilha Java. Gutor nunca se viu, e nom se sabe quem … Continue lendo Ilhas dos mares arábigos (por Álvaro Cunqueiro)
O lavrador da arada (ou: Devota caluniada) – Romance tradicional português
No alto daquele ermo está uma bela ermida, 2 está uma devota nela, serva da Virgem Maria. Uma vizinha da porta um testemunho lhe erguia, 4 ela que andava de amores c` um sacerdote de missa. Sacerdote apaixonado, ela paixão não na tinha. 6 Vem no marido de fora. … Continue lendo O lavrador da arada (ou: Devota caluniada) – Romance tradicional português
[Curtos] O povo é um clássico também
Trechos do livro "A linguagem de Camilo", de Cláudio Basto "Os termos — jorrantes, sem qualquer esforço, de tão fértil e célere caneta, acorridos de origens múltiplas — são claramente combinados, claramente doseados, de modo que da prosa do Escritor, embora uma ou outra palavra não seja conhecida, ressalta sempre a transparência do sentido." (p.14) … Continue lendo [Curtos] O povo é um clássico também




