* “O Trabalho Intelectual” foi publicado pela primeira vez em 1951. Já nas páginas iniciais, Jean Guitton mostra grande dívida com o livro do padre Sertillanges, “A Vida Intelectual”, e também com os trabalhos de Jules Payot. Destes últimos eu nada conheço, mas quem leu aquele de fato perceberá grande influência “sertillangiana” na forma de … Continue lendo R – 4. Comparemos o autor a um de seus mestres: O Trabalho Intelectual, de Jean Guitton
Autor: Thiago E. L. G.
6. Leia o texto inteiro, em voz alta, antes de torná-lo definitivo
* 6.1. "A HARMONIA DO ESTILO" Eis o que diz Albalat na lição sobre “a harmonia do estilo”, a sétima de sua Arte de Escrever – em vinte lições (negritos meus): Foi Guez de Balzac o primeiro que deu à prosa francesa a suavidade, a doçura, o número, o equilíbrio, a ordem, a harmonia. [...] … Continue lendo 6. Leia o texto inteiro, em voz alta, antes de torná-lo definitivo
4.2. Sobre anotar no próprio livro
4.2.1. Introdução As notas de estudo podem ser tomadas no próprio livro. Esta é uma afirmação que, por óbvio, exclui as anotações de aula e as reflexões soltas; também não serve para “podcasts” e vídeos no Youtube. Aplica-se, porém, a tudo quanto for leitura em papel, e talvez até aos livros digitais. Sobre estes não … Continue lendo 4.2. Sobre anotar no próprio livro
R – 3. Também altamente recomendável a quem é intelectual “no terceiro turno”: A Vida Intelectual, de A.‑D. Sertillanges
Altiora te ne quaesieris. Não tentar nada acima de seus limites. Não se diz ao caçador de lebres: para abordar um leopardo, proceda de tal maneira. Não alargues teu destino. (trechos extraídos da p.179) 1 Li A Vida Intelectual"(A.-D. Sertillanges, 1920/1934) pela primeira vez direto no original — em francês —, apoiando-me na edição de … Continue lendo R – 3. Também altamente recomendável a quem é intelectual “no terceiro turno”: A Vida Intelectual, de A.‑D. Sertillanges
R – 2. Fiel ao título, faz o percurso da imaginação à educação (literária): A Imaginação Educada, de Northrop Frye
O livro tem 134 páginas e apresenta o texto de seis palestras dadas por Northrop Frye em 1962. A diagramação é amigável, como tem sido em todas as edições da Vide Editorial que eu comprei. Há bom espaço para anotação nas margens, e quase todas as citações de obras literárias ao longo das palestras nos … Continue lendo R – 2. Fiel ao título, faz o percurso da imaginação à educação (literária): A Imaginação Educada, de Northrop Frye
5. Imprima para revisar
Há lapsos de sintaxe, repetições, cacofonias que só aparecem no papel impresso, em letra de imprensa. Não sei por que é assim, mas assim é. Procure portanto incorporar a impressão ao processo de escrever–refundir–revisar seus textos. Não imprima com fonte pequena ou margens estreitas, nem deixe pouco espaço entre as linhas: o escrito precisa ser … Continue lendo 5. Imprima para revisar
R – 1. Passando revista às “linhas” da Psicologia: Evasivas Admiráveis, de T. Dalrymple
Estudei Psicologia em uma universidade pública brasileira, e tenho notado — também pelo contato com alunos de outras faculdades — que os cursos da área caracterizam-se pelo seguinte fenômeno: há uma multiplicidade de "linhas" na Psicologia, que são apresentadas aos alunos ao mesmo tempo (i) como modelos que convivem sem refutarem uns aos outros de … Continue lendo R – 1. Passando revista às “linhas” da Psicologia: Evasivas Admiráveis, de T. Dalrymple
3. A Máquina de Guerra
Um amigo trouxe-me esta expressão para falar de um aspecto do trabalho intelectual: a “máquina de guerra”. Tratávamos então do conjunto ordenado e útil de nossas notas de leitura, resumos, esquemas, fichas, escritos inéditos ou impressos… também das obras de consulta e os mais livros sobre a escrivaninha, e os arquivos de computador, e o … Continue lendo 3. A Máquina de Guerra
4.1. A função das notas de leitura
. 1. Disciplina Tomar notas é fundamental aos estudos, mas não podem as anotações ser um substituto ao pensamento e à boa memória. As notas têm, para muitos estudantes, a função de dar foco, de promover a concentração; alguns não conseguem ler sem disciplinar o corpo, sem restringi-lo a uma atividade ordenada e sem obter … Continue lendo 4.1. A função das notas de leitura
2. Virtudes para os anos de formação
2.1. Três virtudes Não trago aqui uma lista exaustiva ou pretensamente universal. Antes é um exercício: estou num longo projeto de formação intelectual — quais as qualidades ou virtudes de que preciso nesse processo? Tente fazer sua lista tríplice; aí vai a minha. A) Paciência O percurso é longo, a conjuntura não é a ideal, … Continue lendo 2. Virtudes para os anos de formação
1. Tenha algum controle positivo do que faz
Manter uma lista de livros para ler, riscando ou colocando um "check" conforme termina, não deixa de ser um bom mecanismo de controle. Definir que estudará duas ou quatro horas semanais de determinado assunto e marcar esse tempo no relógio, também. Mas é preciso aprender a registrar as coisas de maneira afirmativa. O que eu … Continue lendo 1. Tenha algum controle positivo do que faz








