📜 (1) O livro é de bolso, com 118 páginas. Contém duzentos dos sonetos de Camões, antecedidos de um prefácio de dez páginas que conta um pouco sobre a vida do poeta. Há também um índice em ordem alfabética — ordem em que estão organizados os poemas. Cada página apresenta dois sonetos, e assim o livro … Continue lendo R – 12. Útil compilação a baixo preço, não mais que isso: 200 Sonetos, de Luís Vaz de Camões
10. Como estudar nas férias
Para quem não vive exclusivamente de seus estudos e escritos, mas obtém seu sustento numa profissão que confina o trabalho intelectual no “terceiro turno” do dia, as férias são ocasião muito esperada para ler e pensar com mais demora e profundidade. Uns viajam. Outros, como eu, preferem ficar em casa. Para cada plano de férias … Continue lendo 10. Como estudar nas férias
R – 11. Uma hecatombe de Ilusões — numa edição primorosa: Ilusões Perdidas, de Honoré de Balzac
“As Ilusões Perdidas” (1835-1843) é a obra mais longa de Balzac, e se trata, na visão de Paulo Rónai e de outros críticos que este cita na Introdução, “o mais balzaquiano de todos os seus romances”. I Como é a primeira obra do autor com que tenho contato, e por se tratar de romancista … Continue lendo R – 11. Uma hecatombe de Ilusões — numa edição primorosa: Ilusões Perdidas, de Honoré de Balzac
9. Alterne
Não digo que funcionará com todos — nem o desdigo —, mas para mim é útil em diversos âmbitos: tratarei neste texto da criação de pequenos sistemas de alternância para as tarefas intelectuais que realizamos. Imagine um vestibulando que só tivesse duas matérias para estudar: História e Física. A escolha mais estúpida que ele poderia … Continue lendo 9. Alterne
R – 10. Surpreendeu-me a qualidade desta obra tão pouco conhecida: O Sangue, de Camilo Castelo Branco
No prefácio a uma edição de "A Queda dum Anjo" (Edições de Ouro, 1970), o Sr. Pedro A. Pinto comenta que Machado de Assis tinha preferência por estas duas obras de Camilo: "O Esqueleto" e "O Sangue". Como eu julgo Machado um homem de bom gosto literário, acrescentei o dois títulos ao meu programa de … Continue lendo R – 10. Surpreendeu-me a qualidade desta obra tão pouco conhecida: O Sangue, de Camilo Castelo Branco
R – 9. A sensação foi a de que eu nunca havia lido um romance: Grandes Esperanças, de Charles Dickens
Durante as últimas páginas de Grandes Esperanças — porque o final se alonga um pouco, como para não magoar o leitor com brusca separação — fui fulminado pelo sentimento de que, até então, eu não tinha sequer noção do que fosse um romance. Esse é todo o comentário "crítico" a respeito da obra que me … Continue lendo R – 9. A sensação foi a de que eu nunca havia lido um romance: Grandes Esperanças, de Charles Dickens
8. Quatro frases sobre trabalho
I — Nem toda a vontade de deixar um trabalho de lado é preguiça. II — Nem todo o excesso de trabalho é produtividade. III — Alguns excessos de trabalho são, na verdade, preguiça. IV — Deixar de lado alguns trabalhos pode aumentar a produtividade. * VOLTAR AO SUMÁRIO DAS DICAS DE ESTUDO
R – 8. Um dos “achados” em meu ano de 2018: A Arte da Narrativa Bíblica , de Robert Alter
Embora eu tenha pego a obra só para ler a introdução, fui rapidamente atraído pela desenvoltura do texto, que é dinâmico e cheio de conteúdo. Trata-se de um livro que toma por objeto a Bíblia hebraica (ou seja, o “Antigo Testamento” do cânone cristão), e se propõe a fazer análises literárias dos textos sagrados. Para … Continue lendo R – 8. Um dos “achados” em meu ano de 2018: A Arte da Narrativa Bíblica , de Robert Alter
4.4. Sobre o livro de bordo
4.4.1. Nada contra os cadernos Relendo os três primeiros textos desta série sobre notas de leitura, notei que o método mais utilizado em nossa vida escolar, aquele com caderno e caneta, acabou ficando para trás. Não creio que ele seja inútil ou inferior em todos os contextos. Para escrever a primeira versão do presente artigo, … Continue lendo 4.4. Sobre o livro de bordo
4. Sobre notas de leitura: Sumário
Clique no capítulo que deseja acessar, ou clique aqui para voltar ao menu "dicas de estudo" 4.1. A função das notas de leitura 4.2. Sobre anotar no próprio livro 4.3. Sobre anotar em fichas 4.4. Sobre o “livro de bordo”
R – 7. Esta adaptação da ‘Eneida’ não é só para crianças: The Aeneid for Boys and Girls , de Alfred J. Church
O plano de leituras é sempre colossal para quem deseja conhecer o legado de seus antepassados e, com isso, formar-se um cidadão apto a participar seriamente do debate intelectual de seu tempo. Mais problemática que a extensão, porém, é a quantidade de escolhas que temos de fazer todas as semanas, adiando, antecipando e invertendo itens … Continue lendo R – 7. Esta adaptação da ‘Eneida’ não é só para crianças: The Aeneid for Boys and Girls , de Alfred J. Church
7. Registre o que leu (e o que escreveu)
7.1 Livros lidos Logo no primeiro texto deste blog, escrevi sobre a importância de manter uma relação de livros lidos — e não apenas o tradicional checklist de livros a ler. Volto hoje ao assunto. Quando terminar de ler um livro, anote em uma lista o autor e o título (também a edição e o … Continue lendo 7. Registre o que leu (e o que escreveu)
R – 6. Dá várias dicas interessantes, mas é superficial e um pouco excessivo nas regras: Escrever Melhor, de Dad Squarisi e Arlete Salvador
O livro tem cerca de 220 páginas e é de rápida leitura. Na primeira parte, as autoras abordam questões de estilo (princípios da clareza, concisão e objetividade etc.); avançam sobre regras gramaticais na segunda e na terceira partes (mais longas); e concluem retomando o tema da boa redação de textos, propondo a reescrita de vários … Continue lendo R – 6. Dá várias dicas interessantes, mas é superficial e um pouco excessivo nas regras: Escrever Melhor, de Dad Squarisi e Arlete Salvador
4.3. Sobre anotar em fichas
. 4.3.1. Introdução Um dos métodos mais consagrados para registrar as idéias extraídas de suas leituras é o uso de fichas. As fichas são retângulos de papel pautado, com maior gramatura e tamanhos padronizados, vendidos ao cento nas principais lojas de material de escritório. Antonin Sertillanges, Jean Guitton, Umberto Eco... não são poucos os autores … Continue lendo 4.3. Sobre anotar em fichas
R – 5. Uma boa leitura para conhecer o pensamento do autor: O Sofrimento de uma Vida sem Sentido, de Viktor Frankl
. — 1 — "O sofrimento de uma vida sem sentido" contém um conjunto de palestras ministradas por Viktor Frankl em 1957 e em 1975. É o primeiro livro do autor que eu leio, e fiquei muito satisfeito em ter conhecido algumas de suas ideias. A edição vem com uma espécie de sobrecapa ("dust jacket"), … Continue lendo R – 5. Uma boa leitura para conhecer o pensamento do autor: O Sofrimento de uma Vida sem Sentido, de Viktor Frankl










